Por que 2001: Uma Odisseia no Espaço ainda é o maior filme de ficção científica?

Por que 2001: Uma Odisseia no Espaço ainda é o maior filme de ficção científica?

Há filmes que se assiste. Há filmes que se vive. E há 2001: Uma Odisseia no Espaço, que se habita como se habita uma catedral vazia ao entardecer — com a consciência aguda de estar diante de algo maior do que a compreensão humana pode abarcar. Quando a MGM lançou o filme em abril de … Ler mais

Vale a pena assistir Máquina de Guerra (2026) na Netflix? Crítica do filme com Alan Ritchson

Máquina de Guerra na Netflix

Imagine suportar o ápice do desgaste físico e psicológico da seleção dos Rangers, apenas para descobrir que o “inimigo” no exercício final não é apenas mais um obstáculo criado pelos instrutores, mas sim uma máquina de matar alienígena com zero tolerância para falhas. É com essa premissa deliciosamente absurda e direta que o diretor Patrick … Ler mais

Tubarão 50 Anos: Por que o clássico de Steven Spielberg ainda é o maior thriller do cinema?

Tubarão 50 Anos: Por que o clássico de Steven Spielberg ainda é o maior thriller do cinema?

Há um momento, nos primeiros minutos de Tubarão, que define não apenas o filme, mas a carreira de Steven Spielberg e, em certa medida, os cinquenta anos de cinema que se seguiram. Uma garota chamada Chrissie, atraída pelas ondas noturnas de Amity Island, é puxada para debaixo d’água com uma violência tão repentina quanto invisível. … Ler mais

Crítica de Eternidade (A24): Vale a pena assistir ao filme da Apple TV+ com Elizabeth Olsen e Miles Teller?

Crítica de Eternidade

Em um limbo burocrático e visualmente vibrante, Eternidade, a nova comédia dramática da A24 não pergunta se você merece o céu, mas qual deles está disposto a habitar — e, principalmente, com quem. David Freyne constrói uma fábula existencial disfarçada de comédia romântica que funciona como um espelho dos nossos desejos mais superficiais e das … Ler mais

Crítica: Psicose (1960) – Por que o clássico de Hitchcock ainda é o melhor filme de terror?

Crítica: Psicose (1960)

Há filmes que assustam. E há Psicose, que faz mais do que isso: nos envergonha. Envergonha por nos pegar espiando pela janela do hotel em Phoenix ao lado da câmera voyeurística de Hitchcock. Envergonha por nos fazer torcer por uma ladra. Envergonha, acima de tudo, por nos tornar cúmplices silenciosos da escuridão que habita o … Ler mais